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O evangelho que vivemos é o evangelho que Jesus viveu?

Vivo me perguntando isso! Porque se o Evangelho que vivemos é o mesmo que Cristo viveu, tem algo errado comigo, porque o que vejo não condiz com o que leio nas Escrituras Sagradas.

Quando leio a Bíblia, vejo Jesus se relacionando frequentemente com ímpios (não crentes), andando com prostitutas (sem praticar prostituição), sentando e comendo com publicanos, evangelizando seu nenhum pudor e pregando a graça escandalosamente.

Certa feita, Ele transformou água em vinho, mas hoje o Evangelho diz que não se pode tocar em álcool. Noutra oportunidade, Ele se alegrou com pessoas que não professavam o mesmo credo dEle. Ele tocava em gente discriminada pela sociedade e os socorria nas suas necessidades sem esperar nada em troca, mas o Evangelho hoje diz que se nos misturarmos com gente que vive a margem da sociedade, nos tornaremos “farinha do mesmo saco”.

O Evangelho que Jesus vivia, dava contra as portas do inferno e as portas do inferno não resistiam, mas o Evangelho que vivemos hoje suporta os ataques infernais é o inferno que dá contra as portas da igreja e nós “bravamente” resistimos.

No Evangelho que Jesus vivia o indivíduo pensava primeiro na comunidade, mas hoje pensamos, como diz o adágio, a filosofia de “farinha pouca, meu pirão primeiro”. No Evangelho de Jesus o amor era a tônica, mas hoje amor é secundário o importante é manter a igreja cheia e os gasofilácios transbordando. No Evangelho de Jesus, simplicidade era um estilo de vida, mas hoje acumular riquezas é mais do que necessário, é imperativo.

Pois é, ainda dizem por aí que é tudo igualzinho a Igreja primitiva, e que foi só o tempo que passou, mas na realidade estamos a léguas de distância do Evangelho de Jesus e vivemos abraçadinhos com o Evangelho dos evangélicos.

Fonte: [ Púlpito Cristão ]

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Deus Pai está sendo chamado de burro e maligno.

“Diante da doutrina do dízimo, como alguns ministérios evangélicos tradicionais ensinam, se você não entregar o dízimo perde a salvação da alma, é ladrão e ainda viverá debaixo de maldição se não entregar o “deus dízimo”.

Isso quer dizer que:
1 – Está preso à Lei do Velho Testamento, preso na interpretação da LETRA e não da revelação embutida na Lei;
2 – ANULA A OBRA DE JESUS CRISTO, a obra da redenção foi vã, senão, bastava continuar entregando o dízimo para que a salvação estivesse garantida e Deus Pai foi “burro e maligno” em entregar o seu Filho Amado para fazer um sacrifício desnecessário;
3 – Se, somente o que é do céu pode pagar o preço pelo resgate da alma, como transferir essa autoridade e poder ao “deus dízimo”?;
4 – Da mesma forma os que guardam o dia de sábado, É A MESMA SITUAÇÃO;
5 – Se você se justifica pela obra da Lei do Velho Testamento, para parecer justo, da graça você caiu.

Quem justifica a minha salvação é Jesus Cristo pelo AMOR REAL DA FÉ NELE e não dízimo.

Fui Oficial da PM, no posto de Capitão, solteiro e ganhando um bom salário.

Enquanto ainda na ativa, quase tudo o que ganhava de salário entregava na Igreja muito além de 10%, em forma de dinheiro, instrumentos musicais caros, aparelhos eletrônicos para áudio, roupas … enfim, meu coração era “livre” para abençoar sem medida.

Até o momento que Deus disse para sair da PM. Obedeci e pedi exoneração, perdendo toda a segurança natural financeira e benefícios corporativos.
A partir daí fui para o deserto ser provado na fé, dependendo exclusivamente do Deus vivo.

Nesse tempo vieram Palavra, profecias, revelações, visões ….

Abri mão de tudo por AMOR AO AMADO PAI, AO SENHOR JESUS E SUA IGREJA, o morrer agora é ganho, vivo para Deus.

Transformar Jesus Cristo em 10%, ou, mesmo todo o dinheiro deste mundo, é BLASFÊMIA!

Imagino o Apóstolo Paulo ou o próprio Jesus dentro de uma igreja evangélica que usa de toda astúcia usando a Palavra de Deus para arrecadar dinheiro.

Não consigo, diante do que está escrito na Palavra, ver um Paulo quietinho, sentado no banco da Igreja, acomodado, indiferente, louvando, chorando … e conivente com CRIME, não há como “ser conivente”.

Creio que o Apóstolo Paulo seria agredido e expulso dos “grandes ministérios” se fosse falar a verdade para repreender os mentirosos e lobos.

Quem é crente verdadeiro e ama a Deus Pai, Jesus Cristo e Sua Igreja, não dá só bens materiais para expansão da obra e assistência aos santos, DÁ A PRÓPRIA VIDA, POR AMOR REAL.

Não valem nada os discursos “pacote-pronto-doutrinário-inquestionável” diante da essência da Palavra de Deus.

Por isso, diante da Palavra, POR CAUSA DA FALTA DE AMOR, a Lei do Velho Testamento é explorada para através do constrangimento maldito, obrigar as pessoas a darem dinheiro.

Ter uma Igreja crescendo pela OBRA DA LEI, da obrigação, medo, acusando de ladrão e maldito os que foram comprados pelo sangue de Jesus Cristo é obra de engano. Obra levantada com “dinheiro de injustiça”.

Deus Pai jamais tiraria a autoridade do Filho Amado para entregar ao dinheiro esse poder.
Deus Pai jamais tiraria a autoridade do maior transferindo ao menor. Deus Pai é burro?

Isso é sutileza de satanás.

Ensina o povo amar. Esse é o Novo Testamento da Graça em Jesus Cristo.

… Paz ao seu coração.

Presbítero Sergio Luiz Brandão

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Cristo Genérico

cristo_generico
Por Leonardo G. Silva – Th.M.

Recentemente abandonei a leitura do livro “A maldição do Cristo Genérico”, de Eugene Peterson, por achá-lo muito prolixo. Confesso que com um título desses, eu esperava um pouco mais do autor.

Contudo, navegando pela internet, achei esse texto no blog Romanos 12, onde nos é apresentado um Jesus genérico, o senhor Gezuz. Apresento abaixo alguns princípios para que você poss identificar que tipo de “cristo” estão pregando na sua igreja:

JESUS: Aceitava pessoas pobres e ricas, sem tratá-las de forma diferente por este quesito.

GEZUZ: Só abençoa quem deixa a contribuição financeira no seu altar.

JESUS: Ficou irritado ao ver pessoas vendendo coisas no templo e transformando a casa de oração em comércio.

GEZUZ: Adora ver a igreja ser um comércio, pois assim, com o dinheiro, ele pode ter novas filiais de suas empresas-igrejas para mais pessoas conhecerem seu lindo nome: Gezuz!

JESUS: Não deixava os demônios falarem.

GEZUZ: Adora ver os demônios falar, dar entrevistas e fazer espetáculos para impressionar as pessoas e prendê-las na religião pelo medo.

JESUS: Para ele o amor é muito mais importante do que o dízimo.

GEZUZ: Até entende se você não amar, afinal, a carne é fraca, mas se você não der o dízimo, ele deixa o devorador comer o teu salário.

JESUS: Revelou com detalhes a vida da mulher samaritana.

GEZUZ: Não conhecendo muito bem as coisas, chega numa platéia com mil pessoas e chuta: “Tem 10 aqui com dor de cabeça, 8 com reumatismo, 3 com causa na justiça, 40 desempregados…”

JESUS: Soprou o Espírito Santo em seus discípulos.

GEZUZ: Só dá o Espírito Santo se você falar meio enrolado e desembolsar uma graninha.

JESUS: Teve medo no jardim do Getsêmani.

GEZUZ: Diz que o medo vem do diabo.

JESUS: Chamou pessoas que usavam a religião como causa de ganho financeiro e status de hipócritas, mentirosas, raças de víboras e filhas do inferno.

GEZUZ: Chama pessoas que usam a religião como causa de ganho financeiro e status para se assentarem no púlpito da igreja e darem uma palavra.

JESUS disse: Bem-aventurados vós, os pobres, porque vosso é o reino de Deus. (lucas 6:20).

GEZUZ disse: bem-aventurados vós que sois ricos, por que pobre ou está em pecado ou precisa de um verdadeiro encontro comigo.

Ora, não há outro salvador a não ser Jesus! (At 4.11-12).

Não deixem que te empurrem esse placebo chamado Gezuz goela abaixo; foneticamente parece a mesma coisa, mas quando observamos seus ensinos vemos que ele é muito diferente do nosso Salvador, o Senhor Jesus.

Se o Jesus que estão pregando em sua igreja é o Gezuz, saia fora dela enquanto é tempo. Mas não fique por aí perdido não: procure uma igreja bíblica e cristocêntrica, que pregue a Jesus, e não Gezuz. Eu sei que essas estão escassas, mas posso te garantir que elas ainda existem!
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Adaptado do blog Romanos 12: http://romanos12.blogspot.com/

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7 características de igrejas que cometem abuso espiritual

1) Scripture Twisting (Distorção da Escritura): para defender os abusos usam de doutrinas do tipo “cobertura espiritual”, distorcem o sentido bíblico da autoridade e submissão, etc. Encontram justificativas para qualquer coisa. Estes grupos geralmente são fundamentalistas e superficiais em seu conhecimento bíblico. O que o lider ensina é aceito sem muito questionamento e nem é verificado nas Escrituras se as coisas são mesmo assim, ao contrario do bom exemplo dos bereanos que examinavam tudo o que Paulo lhes dizia.

2) Autocratic Leadership (liderança autocrática): discordar do líder é discordar de Deus. É pregado que devemos obedecer ao ditador, digo discipulador, mesmo que este esteja errado. Um dos “bispos” de uma igreja diz que se jogaria na frente de um trem caso o “apóstolo” ordenasse, pois Deus faria um milagre para salvá-lo ou a hora dele tinha chegado. A hierarquia é em forma de pirâmide (às vezes citam o salmo 133 como base), e geralmente bastante rígida. Em muitos casos não é permitido chamar alguém com cargo importante pelo nome, (seria uma desonra) mas sim pelo cargo que ocupa, como por exemplo “pastor Fulano”, “bispo X”, “apostolo Y”, etc. Alguns afirmam crer em “teocracia” e se inspiram nos líderes do Antigo Testamento. Dizem que democracia é do demônio, até no nome.

3) Isolationism (Isolacionismo): o grupo possui um sentimento de superioridade. Acredita que possui a melhor revelação de Deus, a melhor visão, a melhor estratégia. Eu percebi que a relação com outros ministérios se da com o objetivo de divulgar a marca (nome da denominação), para levar avivamento para os outros ou para arranjar publico para eventos. O relacionamento com outros ministérios é desencorajado quando não proibido. Em alguns grupos no louvor são tocadas apenas músicas do próprio ministério.

4) Spiritual Elitism (Elitismo espiritual): é passada a idéia de que quanto maior o nível que uma pessoa se encontra na hierarquia da denominação, mais esta pessoa é espiritual, tem maior intimidade com Deus, conhece mais a Biblia, e até que possui mais poder espiritual (unção). Isso leva à busca por cargos. Quem esta em maior nível pode mandar nos que estão abaixo. Em algumas igrejas o número de discipulos ou de células é indicativo de espiritualidade. Em algumas igrejas existem camisetas para diferenciar aqueles que são discípulos do pastor. Quanto maior o serviço demonstrado à denominação, ou quanto maior a bajulação, mais rápida é a subida na hierarquia.

5) Regimentation of Life (controle da vida): quando os líderes, especialmente em grupos com discipulado, se metem em áreas particulares da vida das pessoas. Controlam com quem podem namorar, se podem ou não ir para a praia, se devem ou não se mudar, roupas que podem vestir, etc. É controlada inclusive a presença nos cultos. Faltar em algum evento pro motivos profissionais ou familiares é um pecado grave. Um pastor, discípulo direto do líder de uma denominação, chegou a oferecer atestados médicos falsos para que as pessoas pudessem participar de um evento, e meu amigo perdeu o emprego por discordar dessa imoralidade.

6) Disallowance of Dissent (rejeição de discordâncias): não existe espaço para o debate teológico. A interpretação seguida é a dos lideres. É praticamente a doutrina da infalibilidade papal. Qualquer critica é sinônimo de rebeldia, insubmissão, etc. Este é considerado um dos pecados mais graves. Outros pecados morais não recebem tal tratamento. Eu mesmo precisei ouvir xingamentos por mais de duas horas por discordar de posicionamentos políticos da denominação na qual congregava. Quem pensa diferente é convidado a se retirar. As denominações publicam as posições oficiais, que são consideradas, obviamente, as mais fiéis ao original. Os dogmas são sagrados.

7) Traumatic Departure (saída traumática): quem se desliga de um grupo destes geralmente sofre com acusações de rebeldia, de falta de visão, egoismo, preguiça, comodismo, etc. Os que permanecem no grupo são instruídos a evitar influências dos rebeldes, que são desmoralizados. Os desligamentos são tratados como uma limpeza que Deus fez, para provar quem é fiel ao sistema. Não compreendem como alguém pode decidir se desligar de algo que consideram ser visão de Deus. Assim, se desligar de um grupo destes é equivalente a se rebelar contra o chamado de Deus. Muitas vezes relacionamentos são cortados e até famнlias são prejudicadas apenas pelo fato de alguém não querer mais fazer parte do mesmo grupo ditatorial.

fonte: Emeurgência [via Pavablog]

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