Arquivo da categoria: Religião

O evangelho que vivemos é o evangelho que Jesus viveu?

Vivo me perguntando isso! Porque se o Evangelho que vivemos é o mesmo que Cristo viveu, tem algo errado comigo, porque o que vejo não condiz com o que leio nas Escrituras Sagradas.

Quando leio a Bíblia, vejo Jesus se relacionando frequentemente com ímpios (não crentes), andando com prostitutas (sem praticar prostituição), sentando e comendo com publicanos, evangelizando seu nenhum pudor e pregando a graça escandalosamente.

Certa feita, Ele transformou água em vinho, mas hoje o Evangelho diz que não se pode tocar em álcool. Noutra oportunidade, Ele se alegrou com pessoas que não professavam o mesmo credo dEle. Ele tocava em gente discriminada pela sociedade e os socorria nas suas necessidades sem esperar nada em troca, mas o Evangelho hoje diz que se nos misturarmos com gente que vive a margem da sociedade, nos tornaremos “farinha do mesmo saco”.

O Evangelho que Jesus vivia, dava contra as portas do inferno e as portas do inferno não resistiam, mas o Evangelho que vivemos hoje suporta os ataques infernais é o inferno que dá contra as portas da igreja e nós “bravamente” resistimos.

No Evangelho que Jesus vivia o indivíduo pensava primeiro na comunidade, mas hoje pensamos, como diz o adágio, a filosofia de “farinha pouca, meu pirão primeiro”. No Evangelho de Jesus o amor era a tônica, mas hoje amor é secundário o importante é manter a igreja cheia e os gasofilácios transbordando. No Evangelho de Jesus, simplicidade era um estilo de vida, mas hoje acumular riquezas é mais do que necessário, é imperativo.

Pois é, ainda dizem por aí que é tudo igualzinho a Igreja primitiva, e que foi só o tempo que passou, mas na realidade estamos a léguas de distância do Evangelho de Jesus e vivemos abraçadinhos com o Evangelho dos evangélicos.

Fonte: [ Púlpito Cristão ]

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A “igreja” que matou Jesus

A igreja que matou Jesus preferiu conviver com um marginal e assassino do que com Jesus.
A igreja que matou Jesus também matou os profetas.
A igreja que matou Jesus era religiosa.
A igreja que matou Jesus convivia com Ele, mas não o conhecia.
A igreja que matou Jesus era hipócrita.
A igreja que matou Jesus fazia do templo e da Palavra, comércio.
A igreja que matou Jesus envolveu-se com a política da época.
Na igreja que matou Jesus havia podres e sujeiras.
Na igreja que matou Jesus a última palavra era dos poderosos, os santos sumo sacerdotes.
Na igreja que matou Jesus a comunhão era fingida. O amor, discursivo.

Os religiosos da igreja que matou Jesus diziam-se santos, vestiam-se adequadamente, davam o dízimo, mas estavam prontos a apedrejar a pecadora.
A igreja que matou Jesus foi a igreja dos cidadãos da alta sociedade judaica, mas se assegurou de manter os marginalizados à margem.
A igreja que matou Jesus não frutificava.
Na igreja que matou Jesus havia muita reverência – aos homens – , mas poucos homens-referência.
Na igreja que matou Jesus vivia-se uma verdade inventada, dogmática.
Na igreja que matou Jesus a misericórdia tinha preço “$”.
A igreja que matou Jesus cumpria a Lei, mas desconhecia a Graça.
A igreja que matou Jesus ignorava Sua voz, mas orava em voz alta.
A igreja que matou Jesus tinha tanta convicção em suas verdades que o mataram.
A igreja que matou Jesus nem chegou a ser chamada de Igreja, mas ainda existe.
Você a conhece?

Por Jéssica Mara | @jessy_mara

Via [ Tomei a Pílula Vermelha ]

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Deus Pai está sendo chamado de burro e maligno.

“Diante da doutrina do dízimo, como alguns ministérios evangélicos tradicionais ensinam, se você não entregar o dízimo perde a salvação da alma, é ladrão e ainda viverá debaixo de maldição se não entregar o “deus dízimo”.

Isso quer dizer que:
1 – Está preso à Lei do Velho Testamento, preso na interpretação da LETRA e não da revelação embutida na Lei;
2 – ANULA A OBRA DE JESUS CRISTO, a obra da redenção foi vã, senão, bastava continuar entregando o dízimo para que a salvação estivesse garantida e Deus Pai foi “burro e maligno” em entregar o seu Filho Amado para fazer um sacrifício desnecessário;
3 – Se, somente o que é do céu pode pagar o preço pelo resgate da alma, como transferir essa autoridade e poder ao “deus dízimo”?;
4 – Da mesma forma os que guardam o dia de sábado, É A MESMA SITUAÇÃO;
5 – Se você se justifica pela obra da Lei do Velho Testamento, para parecer justo, da graça você caiu.

Quem justifica a minha salvação é Jesus Cristo pelo AMOR REAL DA FÉ NELE e não dízimo.

Fui Oficial da PM, no posto de Capitão, solteiro e ganhando um bom salário.

Enquanto ainda na ativa, quase tudo o que ganhava de salário entregava na Igreja muito além de 10%, em forma de dinheiro, instrumentos musicais caros, aparelhos eletrônicos para áudio, roupas … enfim, meu coração era “livre” para abençoar sem medida.

Até o momento que Deus disse para sair da PM. Obedeci e pedi exoneração, perdendo toda a segurança natural financeira e benefícios corporativos.
A partir daí fui para o deserto ser provado na fé, dependendo exclusivamente do Deus vivo.

Nesse tempo vieram Palavra, profecias, revelações, visões ….

Abri mão de tudo por AMOR AO AMADO PAI, AO SENHOR JESUS E SUA IGREJA, o morrer agora é ganho, vivo para Deus.

Transformar Jesus Cristo em 10%, ou, mesmo todo o dinheiro deste mundo, é BLASFÊMIA!

Imagino o Apóstolo Paulo ou o próprio Jesus dentro de uma igreja evangélica que usa de toda astúcia usando a Palavra de Deus para arrecadar dinheiro.

Não consigo, diante do que está escrito na Palavra, ver um Paulo quietinho, sentado no banco da Igreja, acomodado, indiferente, louvando, chorando … e conivente com CRIME, não há como “ser conivente”.

Creio que o Apóstolo Paulo seria agredido e expulso dos “grandes ministérios” se fosse falar a verdade para repreender os mentirosos e lobos.

Quem é crente verdadeiro e ama a Deus Pai, Jesus Cristo e Sua Igreja, não dá só bens materiais para expansão da obra e assistência aos santos, DÁ A PRÓPRIA VIDA, POR AMOR REAL.

Não valem nada os discursos “pacote-pronto-doutrinário-inquestionável” diante da essência da Palavra de Deus.

Por isso, diante da Palavra, POR CAUSA DA FALTA DE AMOR, a Lei do Velho Testamento é explorada para através do constrangimento maldito, obrigar as pessoas a darem dinheiro.

Ter uma Igreja crescendo pela OBRA DA LEI, da obrigação, medo, acusando de ladrão e maldito os que foram comprados pelo sangue de Jesus Cristo é obra de engano. Obra levantada com “dinheiro de injustiça”.

Deus Pai jamais tiraria a autoridade do Filho Amado para entregar ao dinheiro esse poder.
Deus Pai jamais tiraria a autoridade do maior transferindo ao menor. Deus Pai é burro?

Isso é sutileza de satanás.

Ensina o povo amar. Esse é o Novo Testamento da Graça em Jesus Cristo.

… Paz ao seu coração.

Presbítero Sergio Luiz Brandão

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Adoradores ou Consumidores

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Por Augustus Nicodemus Lopes
Em certa ocasião o Senhor Jesus teve de fazer uma escolha entre ter 5 mil pessoas que o seguiam por causa dos benefícios que poderiam obter dele, ou ter doze seguidores leais, que o seguiam pelo motivo certo (e mesmo assim, um deles o traiu). Em outras palavras, uma decisão entre muitos consumidores e poucos fiéis discípulos. Refiro-me ao evento da multiplicação dos pães narrado em João 6. Lemos que a multidão, extasiada com o milagre, quis proclamar Jesus como rei, mas ele recusou-se (João 6.15). No dia seguinte, Jesus também se recusa a fazer mais milagres diante da multidão pois percebe que o estão seguindo por causa dos pães que comeram (6.26,30). Sua palavra acerca do pão da vida afugenta quase que todos da multidão (6.60,66), à exceção dos doze discípulos, que afirmam segui-lo por saber que ele é o Salvador, o que tem as palavras devida eterna (6.67-69).

O Senhor Jesus poderia ter satisfeito às necessidades da multidão e saciado o desejo dela de ter mais milagres, sinais e pão. Teria sido feito rei, e teria o povo ao seu lado. Mas o Senhor preferiu ter um punhado de pessoas que o seguiam pelos motivos certos, a ter uma vasta multidão que o fazia pelos motivos errados. Preferiu discípulos a consumidores.

Infelizmente, parece prevalecer em nossos dias uma mentalidade entre os evangélicos bem semelhante à da multidão nos dias de Jesus. Parece-nos que muitos, à semelhança da sociedade em que vivemos, tem uma mentalidade de consumidores quando se trata das coisas do Reino de Deus. O consumismo característico da nossa época parece ter achado a porta da igreja evangélica, tem entrado com toda a força, e para ficar.

Por consumismo quero dizer o impulso de satisfazer as necessidades, reais ou não, pelo uso de bens ou serviços prestados por outrem. No consumismo, as necessidades pessoais são o centro; e a “escolha” das pessoas, o mais respeitado de seus direitos. Tudo gira em torno da pessoa, e tudo existe para satisfazer as suas necessidades. As coisas ganham importância, validade e relevância à medida em que são capazes de atender estas necessidades.

Esta mentalidade tem permeado, em grande medida, as programações das igrejas, a forma e o conteúdo das pregações, a escolha das músicas, o tipo de liturgia, e as estratégias para crescimento de comunidades locais. Tudo é feito com o objetivo de satisfazer as necessidades emocionais, psicológicas, físicas e materiais das pessoas. E neste afã, prevalece o fim sobre os meios. Métodos são justificados à medida em que se prestam para atrair mais freqüentadores, e torná-los mais felizes, mais alegres, mais satisfeitos, e dispostos a continuar a freqüentar as igrejas.

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Fonte: Olhar Reformado, via Soli Deo Gloria

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O dinheiro evangélico

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O dinheiro evangélico virou mandinga de crente, está para além das necessidades econômicas e se mistificou de tal forma na pós-modernidade que até culto em seu favor já existe. O dinheiro está no centro da vida religiosa ocidental, e assim como Aristóteles sentenciou que os homens são convencidos por considerações de seus interesses, o dinheiro não é apenas objeto de interesse dos pajés, mas é alvo constante dos fiéis convencidos ou não. Em suma, o dinheiro é o deus evangélico.

Contudo, pra não ficar em apenas um parágrafo, quero pensar um pouco mais com você a respeito deste assunto intrigante para a religiosidade cristã capitalista. A vida neste mundo de cá se resumiu na busca de um bom emprego para alcançar uma boa moradia e um bom carro. Os filhos, por exemplo, não são mais educados para o casamento, e sim, para o primeiro emprego. As faculdades estão lotadas de jovens que na sua maioria não serão éticos em sua profissão, pois estão simplesmente interessados na rentabilidade que o curso lhe proporcionará.

Esta mentalidade medíocre tem sido corroborada pelos espaços religiosos que eficazmente desafiam seus membros para lutarem e se esgoelarem em busca da prosperidade financeira. O que deveria ser um espaço de confronto e oposição a esta realidade vem se conformando e pecavelmente se amoldando à mesma realidade. Os templos da religião deveriam ser oportunidades de escape e refrigério num mundo que incansavelmente tem escravizado e desfigurado pessoas a viverem além da lógica da sobrevivência. É insano sacrificar o ser em detrimento do ter.

E o pior, se não bastasse toda essa bagunça desenfreada pelo ter, não se contentam em vender apenas suas consciências, mas vendem também o próprio Cristo. Humberto de Campos, talvez profano para muitos, em sagradas palavras bem disse que “Jesus está sendo criminosamente vendido no mundo, a grosso e a retalho, por todos os preços, em todos os padrões de ouro amoedado. E os novos negociadores do Cristo não se enforcam depois de vendê-lO.” É triste o fato de ter que aceitar a idéia de que tudo isso acontece debaixo dos nossos olhos e nada fazemos para mudar.

Se não houver uma mudança radical de valores e princípios para um viver consciente, certamente o mundo será pequeno para tanta ganância, e talvez, quando a última árvore tiver caído, o último rio secado, o último peixe pescado, vocês entenderão que o dinheiro não se come! Arrependei-vos, pois, o Reino de Deus não é comida nem bebida, mas justiça, paz e alegria no Espírito Santo. Amém!

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Fonte: Solomon, Via Púlpito Cristão

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Prostitutos culturais

Por Pastor João de Souza filho
Eu estava tentando encontrar um adjetivo para qualificar os atuais cantores e pregadores que cobram elevadas somas em dinheiro para pregar ou cantar nas igrejas e em conferências promovidas por evangélicos, e achei que “mercador da fé” não é um adjetivo apropriado, porque é simples demais para nominar tais pessoas. Pois bem. Vejo esses exploradores da boa-fé evangélica como prostitutos cultuais – que é a tradução da versão atualizada – para os que se prostituíam junto aos templos pagãos e que depois passaram a se prostituir diante do templo do Senhor em Jerusalém. Porque os prostitutos (as) cultuais mencionados na Bíblia exploravam os que se dirigiam ao templo para adoração oferecendo-lhes um pouco de orgia – orgia sexual revestida de espiritualidade, como alguns desses a que me refiro que falam línguas, profetizam, oram pelos enfermos, são místicos e super espirituais. .. Mas orgiofantes (como os sacerdotes que prestavam culto a Dionísio).
Os prostitutos e prostitutas cultuais, comuns nos templos pagãos passaram a conviver com os adoradores junto ao templo de Jerusalém, indicativo de uma deformação espiritual da nação de Israel. Não estou afirmando que é comum tais pessoas se prostituir de verdade, em orgias sexuais; estou afirmando, isto sim, que sempre que uma pessoa se afasta de Deus, comete prostituição com outros deuses – fato mencionado pelo próprio Deus em várias passagens do Antigo Testamento. Em Ezequiel 16 ele compara Israel a uma menina, que é cuidada por Deus, adornada e preparada para ser esposa, mas se prostitui com os povos vizinhos.
Deus se antecipou ao que poderia acontecer e recomendou a Moisés: “Das filhas de Israel não haverá quem se prostitua no serviço do templo, nem dos filhos de Israel haverá quem o faça… Não trarás salário de prostituição nem preço de sodomita à Casa do Senhor, teu Deus (Dt 23.17-18). O que se vê hoje no Brasil é uma orgia espiritual, uma masturbação coletiva praticada por cantores e cantoras, pregadores e pregadoras, que não conseguiram fazer sucesso no mundo e encontraram na igreja um filão de negócio; o caminho para o enriquecimento à custa da espiritualidade dos irmãos.
Imagine o Lázaro da Bíblia, que Jesus ressuscitou dos mortos gravando seu cd e saindo pelo mundo a pregar nas igrejas, usando os recursos para comprar bens e imóveis em Atenas, Roma e Jerusalém. Imagine Dorcas, relatando sua ressurreição e insinuando aos irmãos por onde pregava que precisava de dinheiro para comprar máquinas de costura a fim de ajudar os pobres com maior eficácia, lucrando com a bênção alcançada. Eles seriam excluídos do rol de membros do céu pelos apóstolos. Pois sei que esses excrementos espirituais – e não há palavra melhor para descrever tais pessoas – cobram preços exorbitantes para pregar e cantar. Eu estava numa cidade pregando o evangelho e em várias cidades daquele Estado os irmãos se mobilizavam para ouvir o ex (que deve ter fracassado no mundo) cujo preço varia de 20 a 35 mil reais por apresentação. Este cantor que explora a espiritualidade do povo deve ganhar, pelo menos, com a agenda cheia em torno de cem mil reais por semana! Sim, porque fazem sucessos os ex-, sejam ex de quaisquer espécies. Ex que tocou na famosa banda do mundo; ex- que se prostituía com drogas, mas agora se prostitui com dinheiro. Prostituem-se com a fé. Sim, porque quais prostitutos cultuais do AT usam da espiritualidade para fazer orgia com o povo com o fim de levar o povo a se alegrar, enquanto eles ficam ricos.
Uma denominação pentecostal nutriu, alimentou e criou um pregador que cobra o exorbitante preço de quinze mil reais por pregação e nunca tomou uma atitude corretiva e disciplinar quanto a seu enriquecimento e vida pessoal; ao contrário, alimenta o sucesso desse mercador de dons. Balaão se sentiria envergonhado!
Assim, quando viajo pelo Brasil sinto no ar o odor fétido que eles deixam por onde passam; o odor da prostituição espiritual, o cheiro nauseabundo que costumam exalar os espiritualmente mortos. Que se prostituem espiritualmente e que levem pastores, líderes e povo à prostituição com eles é inegável, e não é de se duvidar de que se prostituam literalmente em seus confortáveis quartos de hotel. Pregadores e cantores que fazem exigências incomuns; que não aceitam fazer uma refeição na casa de irmãos; apenas em restaurantes que servem a La Carte. Que não se contentam com os bons hotéis e se não houver os melhores, recusam-se participar de eventos a menos que suas exigências sejam atendidas.
Os culpados são os líderes que atraídos pela ganância financeira esperam obter lucros com os gananciosos. Certamente porque muitos pastores, apóstolos e líderes se prostituíram espiritualmente, empolgados com as riquezas deste mundo, sonhando com mansões no litoral brasileiro e nas famosas cidades dos Estados Unidos.
Que posso dizer? Afirmar que alguns desses pastores que apóiam tais cantores e pregadores, juntamente com estes sejam descendentes de Balaão – que se prostituiu e usou de seus dons para ensinar Balaque a armar ciladas para os filhos de Israel – seria ofender o profeta do Antigo Testamento, que por seu pecado foi morto por Josué. Quem sabe possuem o DNA de Judas, ou são da mesma linhagem espiritual que vendem o nosso Senhor em troca das benesses de Mamom. Pedro e Judas descreveram tais cantores, pregadores e pastores com adjetivos pouco recomendáveis, afirmando que estes “andam em imundas paixões e menosprezam qualquer governo. Atrevidos, arrogantes, não temem difamar autoridades superiores…
Considerando como prazer a sua luxúria carnal em pleno dia, quais nódoas e deformidades, eles se regalam nas suas próprias mistificações, enquanto banqueteiam junto convosco; tendo os olhos cheios de adultério e insaciáveis no pecado, engodando almas inconstantes, tendo coração exercitado na avareza, filhos malditos; abandonando o reto caminho, se extraviaram, seguindo pelo caminho de Balaão, filho de Beor, que amou o prêmio da injustiça… Esses tais são como fonte sem água, como névoas impelidas por temporal. Para eles está reservada a negridão das trevas”Por mistificações o apóstolo está se referindo aos que usam dos dons espirituais para se sobrepor aos demais; eles têm dons, são místicos e falam como se uma nuvem de transcendência divina repousasse sobre eles.
Faz-se necessária uma limpeza na igreja, a Casa de Deus, como fizeram Asa e Josafá. Asa tirou de cena sua própria mãe e “removeu os prostitutos cultuais” que usavam o templo como local de prostituição. Josafá ainda precisou intensificar a reforma, porque, de tempos em tempos os aproveitadores da boa vontade do povo; os exploradores da espiritualidade das pessoas, tais como eram os filhos de Eli aparecem na igreja de Deus (1 Rs 15.12; 22.47).
Uma igreja rameira serve de alcova para os exploradores da espiritualidade do povo. E Deus haverá de limpar sua igreja.
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Fonte: Site Pr. João A. de Souza filho via Genizah

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Zapeando nos canais “gospel”…

Primeira parada, o canal da Igreja Mundial do Poder de Deus, onde o “apóstolo” Santiago estava levando as pessoas para abençoar garrafas e garrafões de água sobre um monte… dizia ele na TV que aquela água benta por ele é tão milagrosa que cura até vício em drogas, basta beber da água. “Água ungida que vai libertar drogados do vício.”  Sei… e quando estava orando sobre uma senhora, ele berrou: “Eu não quero nem saber se a senhora tem fé.”, quanta diferença de Jesus, que dizia: “A tua fé te salvou.” Lamentável. Depois ele disse que sopraria o “sopro da cura” sobre a mulher. E óbvio que ele lembrou de esbravejar os famosos versículos de Malaquias sobre o dízimo, e disse que Deus prometeu a ele um milhão de dizimistas fiéis em três anos… não, não consegui continuar assistindo…

Próxima parada, o canal da Igreja Internacional da Graça de Deus, onde um tal reverendo João Batista estava falando sobre a distribuição de um tal “perfume do abre-caminhos”, seja lá o que for isso. Mais um item do catálogo nacional de artigos de macumba gospel.

Uma passadinha rápida no canal onde o Silas Malafaia estava berrando feito político em comício eleitoral, e pronto, achei melhor passar para os canais “do mundo”.

O canal da Igreja Universal, bom, esse nem precisa falar nada, não é?

Fico imaginando o que pensa uma pessoa não cristã ao se deparar com esses canais… coloca todos os cristãos no mesmo saco dos macumbeiros gospel da tv, e se afasta de Deus e também de Cristo.

Esse não é o verdadeiro evangelho… se você não é cristão, não julgue o cristianismo por esse tipo de macumbeiro gospel, porque o cristianismo é simples, não necessita de macumba nem de objetos ungidos. Isso é deturpação do verdadeiro evangelho, nada mais.

Fonte [ Nada de novo sob o sol ]

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